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ConJur lança nova edição do Anuário da Justiça Brasil no STF, nesta quarta

  • Foto do escritor: Neriel Lopez
    Neriel Lopez
  • 9 de jun. de 2025
  • 2 min de leitura

O Anuário da Justiça Brasil chega à sua 19ª edição em 2025 consolidado como a mais completa radiografia da cúpula do Poder Judiciário brasileiro. O lançamento da publicação será no dia 11 de junho, quarta-feira, na sede do Supremo Tribunal Federal, em Brasília.

Com o tema de capa “Opção pelo litígio: Sociedade demanda cada vez mais o Judiciário”, a nova edição lança luz sobre o fenômeno crescente: o brasileiro nunca acionou tanto a Justiça quanto agora. Só em 2024, foram 39 milhões de novos processos abertos. O ritmo é intenso — cada juiz no país analisou, em média, mais de 2.300 processos no ano, ou cerca de nove por dia útil. No total, o Judiciário proferiu impressionantes 44 milhões de decisões em apenas um ano.

Publicada pela Editora ConJur, a obra faz uma curadoria criteriosa das principais decisões do STF e dos Tribunais Superiores, com análises que revelam como moldam o cotidiano de cidadãos, empresas e instituições em todo o país. A publicação vai além da jurisprudência: traça o perfil completo de cada ministro, incluindo suas tendências de voto e como recebem advogados em audiências.

Com um levantamento qualitativo feito pela equipe do Anuário, os leitores terão acesso às principais tendências de voto nas cortes superiores, recurso valioso para quem precisa entender os rumos da Justiça brasileira em meio a um cenário de mudanças e desafios.


Entre os destaques desta edição, estão reportagens especiais sobre:


Os 20 anos da Reforma do Judiciário, e seus efeitos reais na estrutura e funcionamento da Justiça;

Os impactos da Tese do Século, decisão do STF que retirou o ICMS da base de cálculo do PIS/Cofins e multiplicou os litígios na área;

Os esforços do CNJ e do Judiciário para destravar um dos maiores gargalos da Justiça: as execuções fiscais.

A publicação também dedica espaço para a atuação de outros importantes atores do sistema de Justiça, como a PGR, a AGU, o CNJ e a OAB, além de órgãos reguladores e fiscais como o Cade e o Carf.


A edição 2025 ainda mostra como os conflitos levados ao STF têm se tornado mais complexos e polarizados. Questões como a regulação das redes sociais, o combate à desinformação, os discursos de ódio e os dilemas das novas formas de trabalho fora da CLT exigem da Corte Suprema um esforço constante de atualização e harmonização da jurisprudência.

Ao mesmo tempo, cresce o debate sobre a consensualidade como alternativa à judicialização excessiva, especialmente num país em que cada disputa parece encontrar sua solução apenas nos tribunais. O Anuário da Justiça Brasil 2025 mostra que, mais do que nunca, conhecer o funcionamento do Judiciário é essencial para compreender o presente e antecipar o futuro do país.


ANUÁRIO DA JUSTIÇA BRASIL 2025

Lançamento: 11 de junho (quarta-feira), no Supremo Tribunal Federal

19ª Edição

ISSN: 2179981-4

Número de páginas: 256

Versão impressa: R$ 50, em pré-venda na Livraria ConJur

Versão digital: disponível gratuitamente, a partir de 11 de junho, no app “Anuário da Justiça” ou pelo site anuario.conjur.com.br




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